Foram 30 dias de celebração – celebramos, principalmente, o poder da troca. Dividimos respeito, carinho, trabalhamos cooperativamente. Nos divertimos juntos. As fotografias de Biga Appes registram momentos do programa Guerreiros sem Armas que se perpetuaram em nossas mentes. E que queremos compartilhar.
Ao chegarem ao Centro de Formação para o Apostolado de Santos (Cefas), onde ficariam hospedados, os jovens foram saudados.

Logo no primeiro dia, eles colocaram a mão – ou melhor, os pés – na massa. Aprenderam várias ecotécnicas para construções em comunidades.

Antes de irem para as comunidades, eles se prepararam muito. E celebraram a alegria de atuar em cooperação.

Foram recebidos com muito carinho pelas comunidades.

Se encantaram com o que encontraram.

Conheceram as verdadeiras riquezas dos lugares.





Conversaram, dançaram, brincaram. Atuaram em comun-unidade.

Passaram a amar as pessoas que conheceram.

De volta ao Cefas, refletiram sobre seus aprendizados.

Junto com os moradores, sonharam a transformação das comunidades.

Em seguida, puseram os sonhos no papel.


Num grande encontro com a sociedade, discutiram os projetos das comunidades.



No meio do caminho, para enfrentar os desafios, houve muita celebração no Cefas.


A sabedoria indígena iluminou as mentes dos guerreiros durante o Jogo da Água.

O jogo do fogo trouxe luz para o aprendizado dos guerreiros.

Construir juntos foi a próxima tarefa. Entre os mais entusiasmados estavam as crianças.



O sorriso tomou conta de todos que participaram do projeto.



Depois de transformarem as comunidades, jovens e moradores celebraram, no Museu de Pesca, a construção conjunta.



Guerreiros e moradores das comunidades se despediram na primeira semana de fevereiro. Ficou combinado que todos vão continuar transformando o mundo. Moradores darão prosseguimento aos projetos com que sonham. Guerreiros vão realizar mutirões em diversas partes do mundo durante todo o ano.
Quando se dá as mãos, o resultado só pode ser espetacular.


