Publicado por: marciagsa2009 | 2 Fevereiro, 2009

Comunidades transformadas recebem a visita de todos os guerreiros

 Depois de quase um mês atuando na Vila dos Criadores, Vila Alemoa (Santos) e Prainha (Guarujá), os guerreiros vão conferir nesta terça-feira (03) todos os projetos realizados junto com as comunidades. Como em cada uma das localidades contou com 13 jovens, eles conhecerão o belo trabalho realizado por moradores e por outros jovens. Eis as imagens com que eles vão se deparar:

 A Vila dos Criadores (Santos) teve a sua entrada reurbanizada.

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 No lugar da lama, um belo caminho feito de pedras.

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A comunidade ganhou também uma horta comunitária e galões pintados para receberem o lixo. O parquinho reformado trouxe mais alegria para a vida de dezenas de crianças.

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A Vila Alemoa (Santos) tem agora uma bela praça para as crianças e adultos. Está repleta de brinquedos (trepa-trepa, balanço etc).

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 Um muro cheio de cores foi o resultado do talento de muitas pessoas.

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A Prainha (Guarujá) também ganhou uma praça na área central com bancos, quadra de vôlei de areia, árvores; e, de frente para o mar, a comunidade agora conta com um deck, mesas e cadeiras para curtir a vista (veja outras fotos desta transformação neste blog).

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Na Prainha e na Vila dos Criadores o lixo foi recolhido das ruas e agora tem destino certo – há lixeiras coloridas espalhadas por todos os cantos. Este é o resultado dos mutirões realizados em quatro dias pelos moradores e pelos jovens do Guerreiros sem Armas, que juntos transformaram em ações os sonhos da comunidade. 

Voluntários (entre eles, vários empresários) ajudaram a realizar esta transformação, que ocorreu a partir da utilização de talentos e recursos locais (humanos e materiais). Tudo isso serve para lembrar aos moradores que eles são capazes de transformar o local onde vivem.

“Buscamos o olhar apreciativo, que nos permite perceber as riquezas e as belezas que existem nestas comunidades.  O objetivo é que, a partir deste trabalho juntos, eles (a comunidade) transformem a sua realidade”, ressalta Natasha, do Elos. 

Os jovens escreveram, a partir dos sonhos da comunidade, um projeto para ser executado em um ano pelos moradores, com apoio de uma rede social, que será montada com apoio do Elos.

Todo o processo que os 40 jovens de quatro continentes e moradores de três comunidades vivenciaram durante o programa Guerreiros sem Armas pode ser conferido no Museu de Pesca no Museu de Pesca (Av. Bartolomeu de Gusmão, 192, Ponta da Praia, Santos) durante a exposição Oásis Celebração, por meio de fotos, vídeos e objetos (como maquetes), até o dia 28 de fevereiro de quarta a domingo, das 10h às 18h. A entrada é gratuita.

Publicado por: marciagsa2009 | 30 Janeiro, 2009

Oásis Celebração

Exposição apresenta o trabalho realizado durante o programa Guerreiros sem Armas por jovens do mundo todo e por três comunidades

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 Todo o processo que os 40 jovens de quatro continentes e moradores de três comunidades da Baixada Santista – Vila dos Criadores, Vila Alemoa (Santos) e Prainha (Guarujá) – vivenciaram durante o programa Guerreiros sem Armas poderá ser conferido no Museu de Pesca no Museu de Pesca (Av. Bartolomeu de Gusmão, 192, Ponta da Praia, Santos) durante a exposição Oásis Celebração por meio de fotos, vídeos e objetos (como maquetes). A abertura do evento, gratuito e aberto ao público, será às 20h deste sábado (31). A exposição pode ser vista até o dia 28 de fevereiro de quarta a domingo, das 10h às 18h.

O Guerreiros sem Armas começou no dia 05 de janeiro e termina dia 05 de fevereiro. Os jovens passaram por diversas formações e imergiram no cotidiano das comunidades desde o dia 09. Quem visitar a exposição poderá conferir como, junto com os moradores, eles puderam transformar os sonhos das comunidades em projetos reais utilizando recursos materiais e humanos do próprio local, além do apoio da sociedade. “Partimos do olhar apreciativo – a busca do belo, de riquezas – para realizarmos, juntos, a transformação nas comunidades”, conta a arquiteta Natasha Gabriel, do Instituto Elos, Ong responsável pelo programa Guerreiros sem Armas. O resultado foi a realização de diversos projetos arquitetônicos, como a criação de parques e praças, hortas comunitárias, a pintura de muros, entre outros.  

A exposição foi organizada a partir dos quatro elementos – água, terra, fogo e ar. Na sala Terra haverá objetos pessoais dos participantes do programa (jovens e comunidades) e uma apresentação do Instituto Elos, cuja origem foi um trabalho de recuperação para reabertura do Museu de Pesca, há quase 10 anos, envolvendo toda a sociedade. Na sala intitulada Água os visitantes poderão visualizar, em um mapa, a localização dos Guerreiros sem Armas que participaram de outras três edições. Nas salas Fogo e Terra haverá projeções de slites, apresentação de maquetes e de um painel com os projetos das ações a serem executadas nas comunidades ao longo de um ano. Já a sala Ar terá três árvores, construídas a partir de bambu, com os sonhos de futuro das comunidades, e que serão realizados a partir de parcerias locais. 

É possível acompanhar o registro fotográfio de Biga Appes  e dos jovens realizado durante o programa Guerreiros sem Armas pelo endereço http://www.flickr.com/photos/guerreirossemarmas2009/

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O nome Oásis Celebração vem de um jogo realizado pelo Instituto Elos durante o Guerreiros sem Armas – o Jogo Oásis, que consiste em transformar um ambiente (por exemplo, construindo uma praça, reformando uma creche) em apenas dois dias. Durante o Guerreiros sem Armas houve o Oásis Conversa (reunião com a sociedade), Oásis Sonho (para idealizar as transformações nas comunidades); e o Oásis Ação, que consiste nos mutirões comunitários. O Oásis Celebração é, portanto, uma oportunidade de festejar, com toda a sociedade, as conquistas do programa.  

(Release enviado à imprensa)

Publicado por: marciagsa2009 | 29 Janeiro, 2009

Faça a transformação acontecer

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Doe materiais para os mutirões. Ou doe seu talento!

Até sábado (31), dezenas de crianças, adultos e os jovens do Guerreiros sem Armas estarão juntos nas comunidades colaborando para criar novos pontos de luz na Prainha (Guarujá), Vila Alemoa e Vila dos Criadores (Santos). Vão construir um parquinho, um jardim, plantar árvores, criar uma horta, pintar um muro… são vários os projetos que estão sendo executados. Participar disso é muito prazeroso, afinal, este trabalho em cooperação  leva em conta que se pode mudar o mundo brincando.  

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Para os mutirões (até o dia 31), que começam às 9h e terminam no fim da tarde, os seguintes materiais são necessários: tinta para parede de diversas cores, terra, grama em rolo, mudas de plantas, pincéis, areia, cimento, tijolo, brinquedos para parquinho, corda, madeira e pneus usados. Se quiser participar, para facilitar o seu trabalho no mutirão, traga carrinho de mão, pá, enxada, lanches, capa de chuva, abotinado, sapato fechado, bota impermeável e luvas de obra. É importante também levar água e, se fizer sol, o protetor solar e o chapéu. Se não puder levar nada disso, leve o seu melhor!

Como doar? Ligue para o Instituto Elos: 13- 3224-1276

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Como chegar às comunidades:

Vila Alemoa – Marginal Direita da Anchieta, 218  (a referência é o Centro de Convivência da Prefeitura de Santos)
Vila dos Criadores – na entrada da Vila (marginal da Anchieta, perto do Jardim Piratininga, da Vila dos Pescadores e perto da fábrica da Coca-Cola)
Prainha – a referência é a União dos Moradores da Prainha, que fica na Rua da União, esquina da Rua da Paz.

Publicado por: marciagsa2009 | 28 Janeiro, 2009

Construindo a nova cara da Prainha

Segunda-feira, dia 26, dia de transformação nas comunidades. No Cefas, uma dança circular traz à tona, logo no início da manhã, a energia e a união do grupo.

Os ônibus que levam os guerreiros até as comunidades saem do Cefas cheios do material que será usado nas construções. Bambu, cimento, papelão, ferramentas – tem um pouco de tudo para garantir a execução das obras. Sobram entusiasmo e força para realizar os sonhos dos moradores das três comunidades. David, do Zimbábue, leva para fazer festa o mbira, instrumento típico de seu país. Ester, do grupo dos guerreiros da Vila dos Criadores, chega para desejar boa sorte a todos.

Sigo com os jovens para a Prainha. No ônibus eles comemoram mais uma doação em dinheiro para a compra de materiais para as obras. Alguns integrantes do curso Lideranças Executivas, que faz parte do programa Guerreiros sem Armas, nos acompanham.

Chegando em Vicente de Carvalho, distribuímos o peso do material entre todos. Logo no início da caminhada até a comunidade, o pequeno Ígor, que tem no máximo 7 anos de idade, se oferece para nos ajudar a carregar todas aquelas coisas. Ele não conhece os jovens e nem o programa Guerreiros sem Armas, mas percebe que a presença daquele pessoal na comunidade é sinal de boas notícias.

Acompanho Renata e Cele na fixação de cartazes de papelão que convidam os moradores de Vicente de Carvalho a fazerem, juntos, a transformação dos espaços na Prainha. Curiosos, muitos param na rua para ler os avisos e saber o que está acontecendo no seu bairro.

O percurso revela a existência de um vasto material que pode ser utilizado nas obras. O olhar atento de Renata, estudante de arquitetura, e de Cele, que trabalha no Paraguai com desenvolvimento de projetos comunitários, detecta restos de madeira, tijolos, troncos de árvore, papelão, galões, enfim, tudo que pode ser reaproveitado para reurbanização de espaços. Pelo caminho, elas conversam com os moradores para garantir a doação destes materiais.

Mais adiante encontramos alguém que faria a diferença ao longo do dia: Adelino, da rádio JC FM (101.3), um morador que há tempos desenvolve um trabalho de conscientização das crianças sobre o uso das drogas. Ele se oferece para divulgar as atividades do programa. Nos despedimos com a promessa de nos encontrarmos mais tarde no local dos mutirões.

Minutos depois, estamos na comunidade. Um círculo é montado para definir as funções e talentos de cada um. Logo todos já com a mão na massa. Uns retiram pregos da madeira, outros retiram o lixo do local que sediará uma praça, outros pintam o muro da comunidade, outros constroem mesas e um deck em frente ao mar. Ana, do projeto Ong Olho Vivo, ensina as crianças a fotografar com uma lata – o material será exposto depois no muro da comunidade.

 

 

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Aos poucos, a paisagem vai se transformando. Visitantes são atraídos para o mutirão. Chega o pessoal da prefeitura, chega o jornalista do Diário Oficial, Marcos França com sua máquina fotográfica, registrando, animado, a transformação daquela comunidade tão conhecida por ele (estas fotos foram gentilmente cedidas pelo jornalista).

 

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Rodrigo, do Elos (de chapéu), entre Ana, do projeto Olho Vivo, Priscila, moradora da Prainha (de rosa) e a representante da Prefeitura de Guarujá (com o folder na mão) e outros moradores

Adelino chega à tarde anunciando que conseguiu bancos feitos de tronco de árvore e areia para construção.

Com o passar das horas, a Prainha vai mudando de cara. A cada minuto, chega mais e mais gente da comunidade para se juntar ao mutirão. A criançada já aderiu faz tempo. Elas adoram a idéia de fazer mosaico (é como brincar de quebra-cabeças) ou de colar conchinhas nas mesas, de pintar desenhos no muro ou de ajudar a arrancar o mato. Enquanto se divertem nestas atividades, vão contando sobre o seu cotidiano, seus costumes. Uma aula de sociologia de frente para o mar.

 

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A sabedoria dos caiçaras arranca elogios dos visitantes. Claudinei, Edson, Miler, Bruno e Ivan começam a erguer, com a mesma rapidez e desenvoltura, um novo deck -  o primeiro teve que ser adaptado (diminuído) depois que funcionários da guarda portuária proibiram a construção de uma estrutura que pudesse ser utilizada para a construção de uma palafita.

Fernanda, representante da Envolverde, que participa do curso Lideranças Executivas, está no mutirão em frente à maré. Seu semblante é de pura satisfação. “Já aprendi muito. Espero poder levar toda essa energia para o resto da vida”.

No fim da tarde percebemos os resultados do trabalho feito em cooperação.


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O muro colorido ajudou a devolver a vida ao lugar. Há um banco na praça e a definição de um trajeto a ser percorrido pela comunidade. Na maré, os moradores já podem desfrutar de um espaço agradável onde podem ler um livro ou conversar sentado nos bancos, enquanto as crianças podem se divertir com os balanços de pneus.

 

O riso dos moradores está por todos os lados. Finalizamos o dia com um grande círculo, lembrando tudo que foi realizado naquele dia. Dançamos juntos. Os moradores avisam que na quarta-feira vão agilizar os trabalhos, mesmo que os jovens guerreiros não estejam nas comunidades neste dia. Priscila, mãe de três filhos, já sabia que todos que vivem ali são capazes de realizar a mudança. Apenas foram lembrados disso.

 

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Publicado por: marciagsa2009 | 24 Janeiro, 2009

Mutirões vão transformar comunidades

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Diversos projetos de arquitetura social vão mudar a cara da Vila dos Criadores, Vila Alemoa (Santos) e da Prainha (Guarujá), a partir de segunda-feira (26).  Reunidos  com os moradores destas localidades, os 40 integrantes do programa Guerreiros sem Armas apresentaram as propostas para transformação de espaços nestas localidades. Os projetos foram aprovados com unanimidade. Em cada comunidade a proposta é realizar um projeto em um dia (26), outro em quatro dias (a ser concluído dia 31) e um terceiro em um ano. Todo trabalho dos jovens na comunidade desde o dia 05 de janeiro foi registrado pela fotógrafa Biga Appes e pode ser conferido no endereço http://flickr.com/photos/guerreirossemarmas2009.

Na segunda-feira (26) o mutirão contará com o empenho de empresários e profissionais de diversas instituições de várias partes do Brasil que estão participando do curso Lideranças Executivas (do dia 24 ao dia 27), do Guerreiros sem Armas – como Globosat, Promon, RBS (Globo), Amana Key, Unimonte, Fundação Artemisia, Conexão Social, Envolverde, Feira Preta, Gastromotiva,  Instituto Geração, Núcleo Oikos, Setor Dois e Meio, A Banca e Tekoha. Junto com a comunidade e representantes da sociedade (outros empresários, representantes de instituições como ongs, prefeituras de Santos e Guarujá), eles porão a mão na massa para realizar os sonhos dos moradores.

No dia do aniversário de Santos (26), segunda-feira, a Vila Alemoa e a Vila dos Criadores ganharão presentes especiais: a revitalização de alguns espaços e a construção de novos ambientes, principalmente destinados ao lazer.

Vila Alemoa

 

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Logo no primeiro dia, serão construídos um playground, uma horta, pontes, xadrez gigante (jogo em que as peças são substituídas por pessoas). Haverá teatro a céu aberto e um grande mutirão para limpeza do bairro. Em quatro dias (até o dia 31) será construída uma segunda horta, um varal e um mural literário, um campo de futebol, uma mesa com jogos, um jardim vertical e lixeiras de bambu. Os moradores contarão ainda com um espaço cultural coberto. Em um ano a proposta é criar um centro de informática, cursos livres e de geração de renda, além de dar continuidade aos projetos de urbanização já realizados.

Vila dos Criadores

 

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No dia 26 o mutirão irá recolher todo o lixo das ruas e construir lixeiras, além de restaurar o parquinho das crianças. A entrada da comunidade será transformada com a retirada do lixo e a revitalização do local com plantio de flores, grama, árvores, além da instalação de praças e assentos.
No projeto de quatro dias a proposta é a criação de um galpão para a prática de esportes. Voluntários e os integrantes do programa Guerreiros sem Armas pintarão o piso e instalarão uma tela de proteção no local, que abrigará oficinas de esporte e cultura, além os eventos da comunidade.
Ao longo de um ano a proposta é a criação de um centro comunitário (a partir do galpão comunitário) para o desenvolvimento de atividades de multiuso da comunidade, onde ocorerão oficinas culturais e esportivas, além da instalação de uma sala para oficinas de geração de renda a partir da reciclagem de lixo. Ao lado do centro comunitário será construído um parque para as crianças. 

Prainha

 

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No primeiro dia do mutirão (26) o projeto é construir uma praça e um playground com quioques, além da retirada do lixo de um determinado ponto.
O projeto de quatro dias consiste na construção de um circuito verde (local para caminhada e lazer) unindo vários pontos da comunidade, na instalação de coleta seletiva nas ruas (com implantação de lixeiras e caçambas coloridas e pintadas com dicas sobre o cuidado com o lixo), além da pintura de um beco que passará a ser chamado de Beco das Cores.
Já o projeto de um ano é a criação de três núcleos cooperativos na comundiade: um de cultura e educação, um de comunicação (a instalação de uma rádio comunitária está prevista) e um de geração de renda.

Convite para projetar sonhos juntos

Voluntários que queiram participar do mutirão nas comunidades estão convidados a participar, no Sesc, dia 25 (domingo), de um grande encontro (das 9h às 18h30) para projetar as ações que serão realizadas do dia 26 ao dia 31. No domingo os participantes farão maquetes dos projetos. Participarão desta atividade moradores das três comunidades, empresários de várias partes do País, representantes das prefeituras de Santos e Guarujá (a prefeita Maria Antonieta confirmou participação), além de profissionais das mais diversas áreas. Uma média de 300 pessoas é aguardada neste evento.

Convite para construir sonhos juntos

Para o mutirão (dia 26 ao dia 31) os seguintes materiais são bem vindos: tinta para parede de diversas cores, terra, grama em rolo, mudas de plantas, pincéis, areia, cimento, tijolo, brinquedos para parquinho, corda, madeira e pneus usados. Além disso, para facilitar o seu trabalho no mutirão, os participantes devem levar carrinho de mão, pá, enxada, lanches, capa de chuva, abotinado, sapato fechado, bota impermeável e luvas de obra. É importante também levar água e, se fizer sol, o protetor solar e o chapéu.

Como chegar às comunidades:

Vila Alemoa – Marginal Direita da Anchieta, 218  (a referência é o Centro de Convivência da Prefeitura de Santos)
Vila dos Criadores – na entrada da Vila (marginal da Anchieta, perto do Jardim Piratininga, da Vila dos Pescadores e perto da fábrica da Coca-Cola)
Prainha – a referência é a União dos Moradores da Prainha, que fica na Rua da União, esquina da Rua da Paz.
Mais informações sobre o programa Guerreiros sem Armas pelo telefone do Instituto Elos: 13- 3224-1276.

Publicado por: marciagsa2009 | 24 Janeiro, 2009

Faça junto esta transformAÇÃO!

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DATA: 25 e 26 de janeiro 2009
HORA: Das 8:30 às 18:00 horas
 
Dia 25 – LOCAL:
SESC Santos

 ENDEREÇO: R. Conselheiro Ribas, 136. Aparecida – Santos. Clique aqui para ver o Mapa do local do dia 25

 Dia 26 – LOCAL: Comunidades
Prainha, Alemôa e Vila dos Criadores
 
Participação gratuita!

O Programa Guerreiros sem Armas
http://guerreirossemarmas.net
Durante um mês os 60 jovens de 17 países diferentes aprendem na prática a trabalhar para transformar o mundo. O processo todo termina com 5 dias de Oásis nas comunidades: Prainha, Alemôa e Vila dos Criadores, em Santos onde os sonhos coletivos viram realidade através de um grande mutirão.
Em 2009 vai ser feita uma experiência única de Oásis na cidade de São Paulo. Sim, todas as tarefas serão realizadas em diferentes comunidades/bairros da cidade. O nome dessa ação é: Oasis São Paulo!
 
Oásis no mundo
Igual aos Oásis nos desertos, estas experiências de comunidades engajadas mostram exemplos de esperança, unidade, solidariedade e alegría. Nosso sonho é servir de inspiração para muitos Oásis serem replicados no mundo inteiro. 
 
Quer ver para crer? Te esperamos em Santos!
Seja muito bem-vind@!

 Nesse Encontro de Verão, os parceiros do Oásis São Paulo poderão vivenciar na prática a fase Projetação Coletiva (dia 25) e o dia da Construção Coletiva (dia 26) do Jogo Oásis.

Você está convidado a participar e estender o convite a quem desejar!!!

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O que é Oasis?
Oásis é um jogo. Oásis é um novo olhar. Oásis é uma outra forma de trabalhar com outros. Oásis é uma nova maneira de viver em comunidade. Oásis é uma tecnologia social que faz as pessoas se juntarem para mudar o mundo brincando.
Através da construção coletiva, os participantes se envolvem na comunidade e todos juntos realizam um sonho que passa por um projeto e transforma desejos coletivos em uma obra concreta.
 
Oásis São Paulo

Instituto Elos 1 R. Marechal Hermes, 37. Santos, SP. +55 (13) 3226-4472

Publicado por: marciagsa2009 | 24 Janeiro, 2009

Um encontro para sonhar e planejar juntos

 

Fomos saudados pelo ritmo único da música africana. A performance ficou por conta do Rodrigo, do Elos, e do David (Zimbábue), que cuidaram do instrumental, enquanto Sikhethiwe, outra jovem guerreira que veio daquele país, soltou a voz. Com este clima de explícita união das culturas, teve início o Oásis – o Encontro, no Sesc Santos, no último sábado, dia 17.

Moradores das comunidades, profissionais das mais diversas áreas, parceiros do terceiro setor, o pessoal que trabalha na Prefeitura de Santos, amigos dos amigos.

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 O saguão do Sesc estava cheio. O clima era de encontro, de comunhão.

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Uma exposição de imagens e objetos trouxe um pouco das comunidades aos participantes. Também saboreamos cenas de um filme que está sendo produzido sobre o programa Guerreiros sem Armas.

Depois foi a vez de os jovens guerreiros tomaram a palavra para apresentar um retrato da Vila Alemoa, Vila dos Criadores (Santos) e da Prainha (Guarujá).

Foi por meio destes jovens que comecei a conhecer uma Vila dos Criadores surpreendente (ainda não tinha ido lá). A natureza mostra que milagres existem naquele lugar: naquela localidade, há anos afetada pela poluição, o verde conseguiu emergir novamente. “Mas a maior riqueza daquela comunidade são as pessoas, que nos acolheram com o coração deste tamanho, contou o guerreiro Dodô”. A presença forte das crianças foi realçada. Um lugar de criadores – afinal, lá as pessoas criam coisas fantásticas, como o senhor Bel, que construiu uma espécie de bike-moto. Tina, uma guerreira que veio da Nigéria para participar desta imersão nas comunidades, homenageou a comunidade com poesia.

 

Os jovens guerreiros que atuam na Prainha mostraram as riquezas daquele lugar que passam, muitas vezes, invisíveis aos olhos. Como as flores. Como as crianças.

“Você está pronto”? Esta foi a pergunta feita aos participantes pelo Emygdio. Pronto para transformar a vida de três mil famílias, de 10 mil pessoas que habitam um local disputado hoje como espaço para abrigar a expansão portuária? “Encontramos a força destas pessoas. Não importa a sua cultura. Todas as pessoas estão juntas neste sonho”.

 

 A apresentação da Vila Alemoa incluiu uma contextualização histórica do bairro, um dos mais antigos de Santos. Que ganhou este nome por causa de uma senhora chamada de Alemoa.

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Nesta área industrial de extenso manguezal, que, apesar de ser cercado pela água, não é totalmente abastecido – e não tem saneamento básico. Em uma tela, os jovens projetaram imagens deste lugar formado por beleza, arte e poesia, teatro e música.

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Igrejas, lojas, centros comunitários, Festa do Morando, atores, dançarinos, músicos, eletricistas, carpinteiros, estilistas, crianças entusiasmadas. Este caldo cultural forma a Vila Alemoa, um lugar, conforme a guerreira Mariana, formado por sonhos. Por sabedoria e beleza.

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 “Acreditam na beleza e na simplicidade da beleza. Conseguem transformar tudo em arte e amizade. Amizade capaz de mudar, de recuperar o que se perdeu. De fazer de novo. Fazer o novo. Com a certeza de que a vida muda. E mudará”.

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“Parecem os mesmos lugares com vulnerabilidade, mas cheios de coisas positivas. E com envolvimento da comunidade”, percebeu Sonise, que foi ao Sesc para conhecer o trabalho que está sendo realizado pelo Guerreiros sem Armas.

E, como a missão do dia era conversar sobre sonhos e planejar juntos o que realizar, após as apresentações as pessoas se dividiram em grupos para se conhecerem. Em seguida, contaram suas impressões sobre estar em comum-unidade.

“Estou muito feliz de ver vocês aqui. Vim do Zimbábue para mudar o mundo”, contou o guerreiro David.

Naldo, do Jardim São Manoel, mas assíduo freqüentador da Vila Alemoa, realçou a importância de acreditar. “O que mais me chama a atenção é a simplicidade, estar aberto. As crianças nos recebem muito bem. Para isso, você precisa estar aberto. Aprendi no teatro: se você não se entregar, não acreditar, as pessoas não vão acreditar. E foi o que estas pessoas fizeram: acreditaram. Obrigado por me fazerem acreditar”.

Juliana, jovem moradora da Alemoa, agradeceu. “Estou acreditando, determinando e fazendo. Em 2011 seria mais uma guerreira”.

Cuidar das pessoas, criar redes entre elas, do sentimento de mudar o mundo… muitos foram os compromissos assumidos naquele dia que reuniu pessoas diferentes de lugares diversos. Como a dona Lourdes, de São Vicente, que foi atraída pelo programa Guerreiros sem Armas ao ouvir a Rádio Guarujá.

“Gostei do trabalho maravilhoso de comunicação. Estas pessoas que vêm de longe dão esperança para nós”. Priscila, uma jovem mãe da Prainha, se emocionou ao contar o impacto da presença dos jovens guerreiros na sua vida. “Meu dia começa quando vejo eles. Tenho três filhos, sou pai e mãe. Quando eles chegaram minha auto-estima estava baixa. Agora sei que tenho talento. Quero abrir um salão de cabeleireiro”.

A segunda parte da conversa foi discutir os sonhos das comunidades e sugerir propostas para concretizá-los.

 E o dia terminou com mais uma celebração: todos dançando juntos, de mãos dadas.

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Este foi o primeiro de uma série de três encontros abertos à participação de toda a sociedade. O próximo ocorrerá no dia 25, domingo, também no Sesc, e vai reunir empresários da Baixada e de diversos estados, além de representantes de diversas instituições.  A próxima conversa é para sonhar e começar a pensar em um projeto que será realizado a partir do dia 26, segunda-feira, nas comunidades, em sistema de mutirão. Uma oportunidade de ver que milagres acontecem.

Publicado por: marciagsa2009 | 19 Janeiro, 2009

Vila Alemoa, lugar de poesia

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Manhã de sexta-feira, dia 16. Chego ao pátio do Cefas e encontro os jovens novamente reunidos em um círculo, com a mesma disposição e alegria que antecedem o encontro com as comunidades. Hoje conhecerei a Vila Alemoa. Apesar de morar em Santos há quase 10 anos, como a maioria da população santista, nunca fui até lá. Acompanho o pessoal da reportagem do Jornal da Orla, composta por dois jovens: o jornalista Willian e o fotógrafo Leandro.

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A Vila Alemoa fica na entrada de Santos, na rodovia Anchieta, perto da famosa escultura do Peixe, um símbolo famoso na cidade. Nesta área industrial, o trânsito de caminhões, ônibus e veículos de todos os portes é intenso. Falta pavimentação e sinalização nas vias públicas. O comércio é intenso. Em cada porta, uma oportunidade para adquirir algum produto ou serviço. Há placas de “chup-chup” por todos os lados. E, segundo me contaram, 35 igrejas evangélicas.

Chegamos ao Centro Comunitário conduzidos pela Thaís, do Elos. Jogar “Os amigos de Jó” é a primeira tarefa do dia. William participa, entusiasmado (misturado aos jovens da mesma idade, ele se parece um deles). Cumprida a divertida tarefa, Thais vai introduzindo aos jovens a missão a ser realizada aquela manhã: conectar-se com a chama acesa de cada pessoa da comunidade e expandi-la.

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Imagem registrada por Leandro Amaral, do Jornal da Orla

 

Hoje é um dia também de levantar informações (sempre estabelecendo empatia) na comunidade,  mapeando as tribos, ritos e territórios. “Vocês vão escolher tribos que vão trabalhar na comunidade. Por exemplo: jovens. Como eles se encontram? Quais os ritos que giram em torno do universo destes jovens? Que estratégias usam para se organizar? No que crêem? Onde vivem, trabalham, descansam, estudam, festejam? O que importa pra eles”?, explica ela, sempre carinhosa.

 

Todos os jovens saem, divididos em equipes, pela comunidade. Meu grupo inclui a Thais, o pessoal do jornal da Orla, o Caio (do Peru) e o Wesllen, de 13 anos. Este menino atento e carinhoso acompanha os guerreiros diariamente, desde o dia em que chegaram na comunidade.  Ele e outras crianças da comunidade estão curiosas para saber o que estão aprontando estes jovens que vieram de países os mais distantes.

Wesllen nos conduz pelas ruas da Vila Alemoa com a liberdade típica dos adolescentes. Mas este menino tem algo diferente. Ele carrega consigo uma  uma certeza do que quer.

 

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Caio, o guerreiro, e Wesllen, caminham juntos nesta foto de Leandro Amaral

 

No caminho, encontramos um simpático entregador de água que nos conta da destruição causada pelas chuvas e pelo vento do dia anterior. Chegamos até as palafitas. Várias mulheres e crianças trocam informações e sorrisos conosco. Fazem muitos desabafos também. Há anos esperam por moradia digna. Onde vivem, as palafitas formam um labirinto sobre o mangue – o espaço é pequeno para transitar, o que explica a dificuldade dos bombeiros adentrarem o local quando a população foi vítima de um pavoroso incêndio que destruiu mais de 100 barracos. O resultado foi o desalojamento de várias famílias. Agora, vivem sob a ameaça dos ventos e da chuva. Os moradores nos mostram um local onde 40 famílias não têm acesso à água encanada.

 

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 Mas as dificuldades cotidianas da Vila Alemoa não impedem a gente boa que vive ali de sonhar. São muitas as pessoas abertas ao novo, prontas para construir juntas.

 

 

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Suas casas, aparentemente frágeis, foram erguidas com material nobre: aconchego.

Vamos conhecer alguns personagens marcantes, acompanhados de uma figura, no mínimo, célebre: nosso novo amigo, o Naldo.

 

Naldo (de chapéu), sempre pronto a dar as mãos
Naldo (de chapéu), sempre pronto a dar as mãos

 

Poeta, professor de arte, ele é um raio de luz a nos conduzir pelas inúmeras casas. Apesar de viver no Jardim São Manoel, bairro vizinho, conhece bem o local, onde fez muitas amizades artísticas. Sim, pois aquela comunidade abriga muitos talentos culturais: há gente de teatro, escritores, atores. E Naldo bate à porta destes artistas, orgulhoso e feliz por nos apresentá-los. Muitos deles não estão em casa, mas não desanimamos.

Pois nesse dia encontramos Dona Marluce, outra poeta. Em meio às histórias tristes que testemunhou, ela optou pelo caminho da arte.

 

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“O que eu gosto mesmo é de fazer versos e trabalhos manuais”, conta. Chora de alegria diante da presença carinhosa dos jovens. Ao final da nossa visita, ela entrega ao Dimas as suas anotações poéticas. Pela primeira vez, confia a alguém os seus escritos. “Prefiro perder meus documentos a perder meus poemas”.

 

Neste dia presenciei poesia em forma de gesto. Vejo a guerreira Ana Lúcia correr para ajudar um senhor que caiu no chão ao descer do ônibus. Ela protege seu rosto marcado pelo sangue com um chapéu. Ficou ali, muitos minutos, cuidando para que o sol não o machucasse mais. Outra guerreira, a Mariana, logo convocou a ambulância. E logo aquele idoso estava cercado por solidariedade e carinho.

 

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Voltamos ao Cecom, é hora de almoçar. Lazanha de berinjela, salada e arroz compõem o delicioso cardápio oferecido por uma moradora da comunidade. Depois de uma breve esticada no chão da sala, é hora de voltar ao trabalho.

À tarde a tarefa é convidar moradores da comunidade para uma conversa no Cecom, onde eles deverão relatar seus sonhos. Algum tempo depois e a sala está repleta de crianças da comunidade, acompanhada dos seus pais e amigos. Primeiro, todos dançam juntos. Depois, narram suas aspirações. Moradia digna, lazer para as crianças, limpeza do lixo e uma creche estão entre os muitos desejos destes moradores, a maioria apaixonada pelo local onde mora. Bastaria que se fizesse algumas transformações. Já há muitas belezas naquele lugar. Para que surjam outras, é preciso, sempre, lutar – sem armas, com alegria. Para que novas e belas paisagens ocupem os espaços.

 

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Thaís os encoraja a seguir o caminho de outras comunidades que realizaram muitas conquistas por meio da união dos moradores. “Há muitas histórias, amor pelo bairro. Vocês têm todos os ingredientes para o sucesso da Alemoa”, diz ela – como sempre, sorrindo.

Os moradores se sentem felizes por estar em comum-unidade. Divertem-se e se empolgam com a alegria dos jovens. Muitos prometem estar presentes no encontro no Sesc, no dia seguinte, para discutir e compartilhar com a sociedade os seus sonhos.

Findo o encontro com os moradores, mãos na massa! Os guerreiros, acompanhados dos moradores – principalmente das crianças, vão limpar uma área tomada pelo lixo – um lugar que, a cada dia, fica mais bonito e alegre.

 

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 De volta à nossa base, é hora de agradecer. Todos os guerreiros se reúnem em um círculo (Wesllen, claro, permanece conosco, para nossa alegria, além de mais algumas crianças e de uma jovem da comunidade cujo nome não me lembro, mas cujo semblante permanecerá por um bom tempo na minha memória). É hora de dizer obrigado (a) a quem quer que seja, daquele grupo, por algo de bom que tenha feito por alguém. É difícil não conseguir chorar diante de tanto exemplo de carinho. Agradeço à Thaís por ser um exemplo de guerreira – forte e dona de um coração enorme. Mariana, a guerreira, uma amiga querida, me agradece por inspirá-la a continuar na faculdade de jornalismo. Trocamos vários abraços. A jovem moradora agradece a presença dos guerreiros, que iluminaram sua vida. Volto pra casa mais rica, graças a este encontro na Alemoa.

 

Obs: Leia a matéria do Jornal da Orla no link www.jornaldaorla.com.br, no item “Notícias”. O título é “Eles querem mudar o mundo”.

Publicado por: marciagsa2009 | 14 Janeiro, 2009

Participe. Traga o melhor de você!

Grupo de jovens retira o lixo de uma área da Vila dos Criadores

Grupo de jovens retira o lixo de uma área da Vila dos Criadores

Os Guerreiros Sem Armas chegaram a Santos no dia 05 de Janeiro e conheceram três comunidades da baixada: Vila Alemoa, Prainha e Vila dos Criadores.

Até 5 de fevereiro muita transformação vai acontecer. Junte-se a nós no dia 17 de Janeiro, no saguão do ginásio do SESC às 09:00hs da manhã, e faça parte da mudança! 

Para haver mudança, a comunidade não precisa apenas da sua ajuda, ela precisa do seu melhor!

Informação expressa…

 www.guerreirossemarmas.net  

Contato:

 telefone:

(13) 3224-1276 

e-mail: guerreiros@institutoelosbr.org.br

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Equipe do Elos: une toda a energia para atuar durante o Guerreiros sem Armas

 

 

 

 

 

 

 

 

Publicado por: marciagsa2009 | 13 Janeiro, 2009

Em meio ao lixo e à degradação há flores

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Todos os dias, novas descobertas são feitas neste encontro dos jovens com as comunidades. Nestas regiões onde o lixo está por todas as partes, as flores também estão presentes.

Há muitos desempregados, mas sobram personagens cheios de talento e generosidade. A maioria das casas é construída sobre palafitas, mas não falta criatividade para garantir um ambiente repleto de aconchego, sempre aberto a receber alguém interessado em conhecer melhor a comunidade.

Há muitas histórias tristes, mas há também enredos cheios de luta, fé e alegria de viver.

Nestes espaços onde a degradação se mistura com a beleza, as crianças são como um foco de luz, como mostram as imagens feitas por Biga Appes na Vila dos Criadores.

 

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Elas estão por toda a parte, seguindo os jovens, buscando se misturar à idéia do novo – também querem transformar o mundo brincando.

 

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Todos os dias, depois de percorrerem muitas casas e de conhecerem as regiões onde estão atuando, os jovens dedicam meia hora nas comunidades para cuidar de um espaço – por exemplo, retirar o lixo de uma praça.

 

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Você também está convidado a participar desta transformação. A discutir, junto com as comunidades, projetos que tragam mais alegria para a vida de milhares de crianças e adultos.

 

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CONVITE PARA TRANSFORMAR O MUNDO

 

Venha conosco nessa proposta de transformar ambientes, de transformar pessoas. No dia 17, estaremos todos juntos no Sesc. Toda a sociedade - ongs, instituições diversas, poder público, empresas e indivíduos – é convidada a participar, durante todo o dia, de atividades onde o objetivo é compartilhar informações sobre as comunidades da  Alemoa, Vila dos Criadores e Prainha.

 

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Pela manhã ocorre a primeira etapa do Jogo Oásis, intitulada Oásis: O Encontro – Roda de Conversas. Será uma oportunidade para conhecer o diagnóstico dos jovens sobre as comunidades e pensarem juntos as propostas para o seu desenvolvimento. Esta grande reunião é a base para a realização do jogo Oásis, mobilização comunitária para transformar ou criar algum espaço da comunidade em apenas dois dias (também aberto à participação de toda a sociedade).

À tarde ocorre o Open Space. Para que o sonho de transformar as comunidades seja prazeroso, os participantes trocam idéias, compartilham desejos. A Metodologia de Reunião em Espaço Aberto (Open Space) permite realizar reuniões criativas com  pessoas que trabalham em conjunto para obter resultados extraordinários.

No domingo (25), também no Sesc Santos, moradores das comunidades, jovens guerreiros e toda a sociedade vão discutir os sonhos das comunidades que serão viabilizados durante a etapa de ação do Jogo Oásis. No dia seguinte, ocorre a ação, ou seja, todos construirão ou reformarão um espaço – um jardim, um centro de cultura ou uma escola, por exemplo –, atendendo aos desejos dos moradores. 

 

TRABALHE POR UM MUNDO MELHOR

 

Para os empresários que desejam desenvolver um trabalho de responsabilidade social, um convite: participar do curso de formação Lideranças Executivas (há informações detalhadas sobre horários e custo neste blog). Trata-se de uma oportunidade primordial para quem se importa em construir comunidades sustentáveis. Pois assim é o líder do futuro.

O mundo pode mudar para muito melhor. Você vai perder a oportunidade de participar desta transformação?

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