O programa Guerreiros em Armas acontece bienalmente. A próxima edição no Brasil acontecerá em 2011. Se você quer saber mais, faça sua pré-inscrição e receba informações sobre o processo seletivo.
Guerreiros Sem Armas 2011, quer saber mais?
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Guerreiros e comunidade no SBT

Gravação do SBT foi na praça da Alemoa, construída com a ajuda de muitas crianças
É amanhã (quarta, dia 11), entre as 16h e as 18h, que vamos ter mais uma oportunidade de matar as saudades dos guerreiros e da comunidade da Alemoa. As Lauras, o Ricardo, a Mariana, o Dodô e a Bárbara e a Val participaram de uma matéria do programa “Olha Você”, do SBT (www.sbt.com.br/olhavoce/), e falaram de sua experiência de mão na massa. Também deu entrevista o grande Ronaldo. O Odair finalizou a gravação com um belo poema de sua autoria. O cenário do encontro foi a linda praça da Alemoa. Não percam!
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Notícias de guerreiros – direto de Blumenau

Alessandra (de boné) durante uma ação na comunidade da Alemoa (Santos)
A guerreira Alessandra acaba de mandar notícias fresquinhas lá da sua terra: ela está participando de uma grande articulação durante o Seminário de Estratégia Habitacional de Blumenau e Região, entre 09 e 11 de março, para recuperação das áreas atingidas pelo desastre ambiental de Santa Catarina. As ações, claro, priorizam os interesses sociais no planejamento urbano, ambiental e habitacional. A Alessandra faz parte do Instituto de Arquitetos do Brasil (IAB) – Núcleo Blumenau, que dá uma grande contribuição para este debate.
Pois é, estes guerreiros não param… a Alê e o Paulo, outro jovem animado, pretendem realizar, este ano, jogos Oásis em Santa Catarina. Quando estiver tudo organizado, eles avisam para os quatro cantos do mundo.

Paulo, também na Alemoa, construindo um lindo espaço de lazer junto com a comunidade
Por email, a Alessandra e a Thais, do Elos, que também participa do seminário, deram a seguinte entrevista-relâmpago:
- Alê, como surgiu a oportunidade de participar desta discussão? Você participa enquanto representante ou/e parte de uma instituição, como é o caso da Thaís?
Logo após o desastre, o IAB (Instituto de Arquitetos de Brasil) – Núcleo Blumenau se colocou à disposição da PMB (Prefeitura Municipal de Blumenau) …. ver http://geublumenau.blogspot.com/2008/12/manifesto-pblico-iab-blumenau.html …. mas o IAB daqui é um grupo de amigos arquitetos então o pessoal começou a se reunir no escritório que eu trabalhava e essa foi a chance…. comecei a participar das reuniões que passaram a se tornar uma parceria com a prefeitura. Inicialmente o trabalho foi voluntário no desenvolvimento de projetos para os abrigos temporários (http://geublumenau.blogspot.com/2008/12/um-momento-mpar.html), atualmente já implantados, porém nem todos os abrigos foram projetados pelo IAB, foi realmente uma parceria. Bom, após isto eu foi para o guerreiros, mas as ações por aqui continuaram e uma semana antes de eu voltar a Blumenau, o Christian (ex-guerreiro e meu chefe e orientador de tcc) me propôs a participação no grupo de trabalho habitação, que é uma continuação da parceria para o desenvolvimento de diretrizes para as novas habitações da cidade. Então é mais ou menos isso, eu participo da organização do seminário pela instituição do IAB. Dah uma olhada no blog no geublumenau.blogspot.com, criamos ele logo após o desastre…. tem a trajetória das nossas ações lá. e o gthabitacao.blogspot.com conta as ações do grupo de trabalho habitação.
- Thaís, o que o Elos apresentará?
O Instituto Elos está apoiando com as metodologias de facilitação de grupos de trabalho ao longo dos dias. O formato do evento são apresentações de experiências dentro do eixo temático do dia, e no fim do dia tem-se o compartilhamento das aprendizagens. No primeiro dia de evento as diretrizes urbanas, ambientais e habitacionais para a reconstrução foram elaboradas coletivamente em um world café facilitado pela Alê e por mim. A nossa experiência será apresentada na quarta-feira às 10:30 – Entrada gratuita. A apresentação será da metodologia do Elos ( O olhar, o afeto o Sonho…), o desenho dos projetos ANima fechando com o OASIS e o convite a ação! Tudo regado a muita dança circular e jogos cooperativos.
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Uma vez guerreiros, sempre guerreiros
Eles estão em todas. Vejam só o que este pessoal aprontou e anda aprontando pelo mundo:
Daniel Angmo: ele foi participante no programa Guerreiros Sem Armas 2007. Em 2009 retornou ao programa como facilitador junior e parte da equipe de disseminação. O programa foi para eles este ano diferente: O Daniel e mais três jovens vieram ser capacitados como facilitadores, aprender como se faz este programa com o objetivo de apoiar o Elos na replicação do programa em outros países. De volta à Suécia, Daniel que faz parte de um projeto chamado CraftVillage vai se encontrar com 500 jovens com a tarefa de motivá-los. Daniel com base na sua experiência como participante do Guerreiros Sem Armas criou um programa de 2 semanas que usa a metodologia do Elos na formação de jovens empreendedores.
Paulo Farine: participante do programa Guerreiros Sem Armas 2009 e representante do Peace Child no Brasil. Paulo, que mora em Londrina, é estudante da UEL e formou o Núcleo de Responsabilidade Social e Sustentabilidade. Ajudou a mobilizar a ida de 40 jovens para o Reunes, um encontro para universitários que reuniu cerca de 800 jovens e que foi organizado por outro jovem mão na massa, o Caio Braz, estudante do ITA. Os Guerreiros 2009 saíram de Santos no dia 5 de fevereiro com um desafio: realizar 82 OASIS, mobilizando cerca de 164 mil pessoas. Para isso eles precisarão trabalhar em rede, Paulo é um interessado em redes, um apaixonado pelo tema e um dos animadores da rede dos guerreiros. Segundo ele, o Caio é outro que está super empolgado com os planos de fazer Oásis em Santa Catarina e com a Peace Child.
Celeste Riart: uma jovem apaixonada e apaixonante. De volta ao Paraguay visitou a comunidade Villa Florida, mobilizou a comunidade, engajou o governo local, já começou a mobilização dos recursos necessários para a realização do OASIS, que já tem data marcada e local definido.
Mônica del Campo: uma jovem participante do Guerreiros Sem Armas 2007, participou da realização do programa Guerreiros Sem Armas realizado em 2008 em Oaxaca Mexico. A sua participação nas duas edições do programa levou Mônica juntamente com Concepción a proporem a realização do programa Guerreiros Sem Armas na Espanha.
Ricardo Varjão: formado em Física, a mente deste moço não pára de pensar soluções práticas e rápidas para melhorar o mundo. Dia 28 de março ele vai realizar, junto com o pessoal da escola onde trabalha, em Guarujá, um Jogo Oásis para revitalizar uma área de lazer para os estudantes.
Alessandra Bernardi: ela é de Blumenau, no estado de Santa Catarina, região devastada recentemente pelas chuvas, onde existem muitos desabrigados. Alessandra está engajada no processo de reconstrução e já começou a utilizar as ferramentas aprendidas no programa. Ela faz parte de um grupo que está centrado em criar estratégias eficientes para a reconstrução: a semana que vem organizam um seminário e convidaram o Elos para participar.
E, neste exato minuto, vários outros guerreiros estão mirabolando Oásis e outras formas de mudar o mundo.
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E por falar em boas notícias…
| Sisters’ African good news trip | ||||||||
Two Nigerian sisters are hoping to reverse the trend of bad news out of Africa by touring the continent documenting its good news stories. Chioma and Oluchi Ogwuegbu’s journey across Africa started at the end of last year in West Africa. By the end of this year they hope to have changed people’s perception of a place still called by some the “Dark continent” through their website CelebrateAfrica.net. It is an ambitious goal – common perceptions of Africa paint it as a continent littered with corrupt governments and plagued by civil war and natural disaster. The sisters freely admit that they did have some concerns about their mission at the beginning. “From what I’ve heard Africa is so dangerous. People told me that I would be raped, killed,” Chioma Ogwuegbu confessed. But, as her continued presence attests, none of that has happened. In fact, Chioma and Oluchi report that their experience has been just the opposite.
“So many times what the media projects about Africa is negative, there isn’t that much positive news, positive stories about what is going on,” Oluchi Ogwuegbu says. “When [people] hear what we are doing, they embrace it. Total strangers who don’t know us just want to help out.” Chioma and Oluchi are nothing if not ambitious. They plan to visit 22 countries in all. Hidden jewels Their journey so far has seen them visit Ghana, Burkina Faso, Gambia, Mali, Senegal, Guinea Bissau, Cameroun, Cote d’Ivoire, Guinea, and Sierra Leone. And what they have discovered is a land of friendly people, beautiful landscapes, unusual dishes, and unexpected hospitality and kindness. For example in Burkina Faso, one of the poorest countries in the world, they discover the beautiful Cascades de Karfiguela waterfalls and breath-taking rock formations in the Domes de Fabedougou which geologists say date back 1.8m years. In Ghana, the sisters have visited Breman Bedum a sleepy village three hours from the capital Accra.
There they were given a tour around an essential oils farm which is providing a reliable income and a better way of life to local villagers as well as ensuring the area’s threatened woodlands are reforested. “Many of these people don’t know about the positive things, all they see is the negative,” says Chioma. “But there are so many things here that we can be doing as Africans to better this continent.” Even turmoil ridden Guinea-Bissau gets a positive spin: “The good thing about Guinea-Bissau was that you could see that the people were happy, they were forging ahead, despite the hardship and suffering around them they were still moving along,” says Oluchi. Although the pair do admit it was one of the most challenging countries they have visited so far. The audience for their webtour is not just foreign readers, but also young Africans, who the sisters believe need to be encouraged to see their countries as places of hope and potential, not just as a place of hardship and poverty. “Many young Africans, they all want to leave Africa. I’m not saying that Africa is perfect,” Chioma says. “But our aim is to first tell Africans about what is here, what we have here.” |
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Guerreiros sem Armas no programa Ação, da Globo, neste sábado (21)!!!

Este é o estúdio do programa Ação, do Serginho Groisman (Globo). A imagem, feita com celular, não está lá muito nítida, mas dá pra ver, ao fundo, alguém de azul e preto falando com o Serginho. Sabem quem é o entrevistado? O Edgard Gouveia Jr, presidente do Elos. Ele foi à Globo para falar da maravilhosa experiência que os jovens de quatro continentes e moradores de três comunidades da Baixada Santista – Vila dos Criadores, Vila Alemoa (Santos) e Prainha (Guarujá) - vivenciaram durante o programa Guerreiros sem Armas.
As matérias feitas pela competente equipe do programa (entre eles, Marina, uma jornalista sensível e muito disposta), bem como a entrevista do Edgard, poderão ser conferidas neste sábado (21).
O Ação vai ao ar todos os sábados às 7h30 da manhã, com reapresentação no Canal Futura domingo, às 7h da manhã e quinta-feira, meia-noite e meia.
Quem não conseguir ficar acordado para assistir pela TV pode ver pela internet. O endereço do programa é http://acao.globo.com/Acao.
Espalhem esta boa notícia para os amigos!
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Roteiro de uma bela história
Foram 30 dias de celebração – celebramos, principalmente, o poder da troca. Dividimos respeito, carinho, trabalhamos cooperativamente. Nos divertimos juntos. As fotografias de Biga Appes registram momentos do programa Guerreiros sem Armas que se perpetuaram em nossas mentes. E que queremos compartilhar.
Ao chegarem ao Centro de Formação para o Apostolado de Santos (Cefas), onde ficariam hospedados, os jovens foram saudados.

Logo no primeiro dia, eles colocaram a mão – ou melhor, os pés – na massa. Aprenderam várias ecotécnicas para construções em comunidades.

Antes de irem para as comunidades, eles se prepararam muito. E celebraram a alegria de atuar em cooperação.

Foram recebidos com muito carinho pelas comunidades.

Se encantaram com o que encontraram.

Conheceram as verdadeiras riquezas dos lugares.





Conversaram, dançaram, brincaram. Atuaram em comun-unidade.

Passaram a amar as pessoas que conheceram.

De volta ao Cefas, refletiram sobre seus aprendizados.

Junto com os moradores, sonharam a transformação das comunidades.

Em seguida, puseram os sonhos no papel.


Num grande encontro com a sociedade, discutiram os projetos das comunidades.



No meio do caminho, para enfrentar os desafios, houve muita celebração no Cefas.


A sabedoria indígena iluminou as mentes dos guerreiros durante o Jogo da Água.

O jogo do fogo trouxe luz para o aprendizado dos guerreiros.

Construir juntos foi a próxima tarefa. Entre os mais entusiasmados estavam as crianças.



O sorriso tomou conta de todos que participaram do projeto.



Depois de transformarem as comunidades, jovens e moradores celebraram, no Museu de Pesca, a construção conjunta.



Guerreiros e moradores das comunidades se despediram na primeira semana de fevereiro. Ficou combinado que todos vão continuar transformando o mundo. Moradores darão prosseguimento aos projetos com que sonham. Guerreiros vão realizar mutirões em diversas partes do mundo durante todo o ano.
Quando se dá as mãos, o resultado só pode ser espetacular.

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Reencontro
Aquele foi um dia de passeio pelas comunidades. Do tipo que se faz aos domingos. Dia de rever pessoas e projetos.
Chegamos à Prainha no final da manhã da última terça-feira. Vimos muitas imagens bonitas. A primeira delas foi uma linda pracinha que os moradores e os guerreiros construíram juntos. E que já está tomada por crianças.



Logo em seguida, a Márcia, uma menina muito esperta e simpática, se ofereceu para nos acompanhar até os outros pontos da comunidade que foram transformados. Primeiro, passamos pelo Beco das Cores.

Depois conhecemos o trabalho final realizado: outra praça para a comunidade se encontrar e se divertir: a Praça do Coração. Tem até quadra de vôlei de areia!


Perto da quadra, um muro lindo, conforme mostra, orgulhosa, a Márcia.

Márcia e amigas posam próximas de um cantinho aconchegante que foi construído pelo mutirão.
E como aquele lugar tem o seu quê paradisíaco, nada como mesas novas, de frente para o mar, para curtir uma bela manhã ou um fim de tarde. Não é mesmo, Vanessa (nossa tradutora) e Márcia?

Depois de nos embriagarmos com tantas boas novas, chegou a hora de almoçar. Enquanto descansávamos, os guerreiros da África nos presentearam com música e dança.

Já com muitas saudades dos moradores, partimos em direção à Vila Alemoa, onde grandes surpresas nos aguardavam. O resultado final dos trabalhos foi surpreendente.

O muro, uma criação de artistas locais e dos guerreiros, ficou um espetáculo à parte.


Brinquedo é o que não falta nesta praça.
Não satisfeito, o pessoal do mutirão ainda resolveu fazer uma pequena horta e um jardim. E a outra parte do muro, claro, também ganhou outra cara.

Na Alemoa, o pessoal fez uma grande confraternização com os moradores que nem a chuva conseguiu atrapalhar.
Próxima parada: Vila dos Criadores.
Além da entrada da comunidade, cujas fotos podem ser vistas nas últimas postagens deste blog, pudemos conferir o novo parquinho das crianças.

O lugar ganhou grama, pintura nos brinquedos, novos balanços de pneu e esta bela passarela colorida. O pequeno Mateus adorou!



Este espaço onde o Naldo e a Natalia estão lendo juntos abriga uma horta e um jardim.
Em todas as comunidades, muitos abraços trocados. E a promessa de dar continuidade às novas amizades criadas.
Depois que moradores e guerreiros comemoraram, juntos, suas conquistas, fomos presenteados na Vila dos Criadores com um belo jantar. No galpão da comunidade, muita dança e alegria.
Na hora de ir embora, difícil foi conter a saudade, que já apertava. Saímos tarde dali levando conosco a mais bela das imagens: a do reencontro entre pessoas que construíram muito em poucos dias. Sobretudo, esperança.
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Comunidades transformadas recebem a visita de todos os guerreiros
Depois de quase um mês atuando na Vila dos Criadores, Vila Alemoa (Santos) e Prainha (Guarujá), os guerreiros vão conferir nesta terça-feira (03) todos os projetos realizados junto com as comunidades. Como em cada uma das localidades contou com 13 jovens, eles conhecerão o belo trabalho realizado por moradores e por outros jovens. Eis as imagens com que eles vão se deparar:

No lugar da lama, um belo caminho feito de pedras.
A comunidade ganhou também uma horta comunitária e galões pintados para receberem o lixo. O parquinho reformado trouxe mais alegria para a vida de dezenas de crianças.

A Vila Alemoa (Santos) tem agora uma bela praça para as crianças e adultos. Está repleta de brinquedos (trepa-trepa, balanço etc).


Um muro cheio de cores foi o resultado do talento de muitas pessoas.

A Prainha (Guarujá) também ganhou uma praça na área central com bancos, quadra de vôlei de areia, árvores; e, de frente para o mar, a comunidade agora conta com um deck, mesas e cadeiras para curtir a vista (veja outras fotos desta transformação neste blog).


Na Prainha e na Vila dos Criadores o lixo foi recolhido das ruas e agora tem destino certo – há lixeiras coloridas espalhadas por todos os cantos. Este é o resultado dos mutirões realizados em quatro dias pelos moradores e pelos jovens do Guerreiros sem Armas, que juntos transformaram em ações os sonhos da comunidade.
Voluntários (entre eles, vários empresários) ajudaram a realizar esta transformação, que ocorreu a partir da utilização de talentos e recursos locais (humanos e materiais). Tudo isso serve para lembrar aos moradores que eles são capazes de transformar o local onde vivem.
“Buscamos o olhar apreciativo, que nos permite perceber as riquezas e as belezas que existem nestas comunidades. O objetivo é que, a partir deste trabalho juntos, eles (a comunidade) transformem a sua realidade”, ressalta Natasha, do Elos.
Os jovens escreveram, a partir dos sonhos da comunidade, um projeto para ser executado em um ano pelos moradores, com apoio de uma rede social, que será montada com apoio do Elos.
Todo o processo que os 40 jovens de quatro continentes e moradores de três comunidades vivenciaram durante o programa Guerreiros sem Armas pode ser conferido no Museu de Pesca no Museu de Pesca (Av. Bartolomeu de Gusmão, 192, Ponta da Praia, Santos) durante a exposição Oásis Celebração, por meio de fotos, vídeos e objetos (como maquetes), até o dia 28 de fevereiro de quarta a domingo, das 10h às 18h. A entrada é gratuita.
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Oásis Celebração
Exposição apresenta o trabalho realizado durante o programa Guerreiros sem Armas por jovens do mundo todo e por três comunidades

Todo o processo que os 40 jovens de quatro continentes e moradores de três comunidades da Baixada Santista – Vila dos Criadores, Vila Alemoa (Santos) e Prainha (Guarujá) – vivenciaram durante o programa Guerreiros sem Armas poderá ser conferido no Museu de Pesca no Museu de Pesca (Av. Bartolomeu de Gusmão, 192, Ponta da Praia, Santos) durante a exposição Oásis Celebração por meio de fotos, vídeos e objetos (como maquetes). A abertura do evento, gratuito e aberto ao público, será às 20h deste sábado (31). A exposição pode ser vista até o dia 28 de fevereiro de quarta a domingo, das 10h às 18h.
O Guerreiros sem Armas começou no dia 05 de janeiro e termina dia 05 de fevereiro. Os jovens passaram por diversas formações e imergiram no cotidiano das comunidades desde o dia 09. Quem visitar a exposição poderá conferir como, junto com os moradores, eles puderam transformar os sonhos das comunidades em projetos reais utilizando recursos materiais e humanos do próprio local, além do apoio da sociedade. “Partimos do olhar apreciativo – a busca do belo, de riquezas – para realizarmos, juntos, a transformação nas comunidades”, conta a arquiteta Natasha Gabriel, do Instituto Elos, Ong responsável pelo programa Guerreiros sem Armas. O resultado foi a realização de diversos projetos arquitetônicos, como a criação de parques e praças, hortas comunitárias, a pintura de muros, entre outros.
A exposição foi organizada a partir dos quatro elementos – água, terra, fogo e ar. Na sala Terra haverá objetos pessoais dos participantes do programa (jovens e comunidades) e uma apresentação do Instituto Elos, cuja origem foi um trabalho de recuperação para reabertura do Museu de Pesca, há quase 10 anos, envolvendo toda a sociedade. Na sala intitulada Água os visitantes poderão visualizar, em um mapa, a localização dos Guerreiros sem Armas que participaram de outras três edições. Nas salas Fogo e Terra haverá projeções de slites, apresentação de maquetes e de um painel com os projetos das ações a serem executadas nas comunidades ao longo de um ano. Já a sala Ar terá três árvores, construídas a partir de bambu, com os sonhos de futuro das comunidades, e que serão realizados a partir de parcerias locais.
É possível acompanhar o registro fotográfio de Biga Appes e dos jovens realizado durante o programa Guerreiros sem Armas pelo endereço http://www.flickr.com/photos/guerreirossemarmas2009/

O nome Oásis Celebração vem de um jogo realizado pelo Instituto Elos durante o Guerreiros sem Armas – o Jogo Oásis, que consiste em transformar um ambiente (por exemplo, construindo uma praça, reformando uma creche) em apenas dois dias. Durante o Guerreiros sem Armas houve o Oásis Conversa (reunião com a sociedade), Oásis Sonho (para idealizar as transformações nas comunidades); e o Oásis Ação, que consiste nos mutirões comunitários. O Oásis Celebração é, portanto, uma oportunidade de festejar, com toda a sociedade, as conquistas do programa.
(Release enviado à imprensa)
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